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| MESTRE-SALA |
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| O diamante negro da Imperatriz |
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Em 08/10/09
Nascido no Morro da Mangueira, neto de Marcelino, um dos fundadores da verde-e-rosa, Ubirajara Claudino ainda era criança de colo quando teve o primeiro contato com o samba.
Bira estreou na Avenida na ala mirim da Mangueira em 1983, com nove anos de idade. Em 1992, também na Estação Primeira, desfilou como terceiro mestre-sala, e continuou na função nos dois carnavais seguintes. Em 95, estreou como primeiro mestre-sala no Grupo Especial pela Unidos da Ponte. Depois passou pelo Império da Tijuca e pela Inocentes da Baixada, hoje Inocentes de Belford Roxo. Em 2005 estreou na Unidos da Tijuca, de onde saiu após o Carnaval de 2008, quando se transferiu para a escola de Ramos.
Desde o ano passado fazendo par com Verônica Lima, com quem forma o primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira da Imperatriz Leopoldinense, Bira, dono de um corpo sarado e de um dos mais belos sorrisos da folia carioca, foi o primeiro nome a ser pensado para estrear a série de ensaios masculinos do SAMBARAZZO, anos atrás, quando o site começou a ser pensado. Por conta de problemas de agenda, a vez de nossas leitoras e leitores admirarem a beleza dele só está chegando agora. Antes tarde do que nunca!
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Nome: Ubirajara Claudino
Data de nascimento: 18/03/1973
Idade: 36 anos
Signo: Peixes
Local de nascimento: - Morro da Mangueira.
Bairro onde mora: - Rocha Miranda.
Casado? : - Sim, com Silvana.
Filhos: - Lorrane, Flora Mariana, Yuri e Antoni. Mas com a Silvana não tenho nenhum.
Profissão: - Sou músico, mas trabalho como
responsável pelo recall de uma agência de veículos.
Cor: - Adoro cores claras e neutras, como marfim, caqui, bege...
Animal de estimação: - Gosto de peixes, mas manter um aquário dá trabalho e não tenho tempo de cuidar.
Prato: - Macarronada e mocotó.
Livro: - “O homem que matou Getúlio Vargas”, do Jô Soares.
Filme: - “Um sonho de liberdade” (com Morgan Freeman e Tim Robbins).
Um homem: - Alcir Toledo de Oliveira, o Alcir Explosão, ex-diretor de bateria da Mangueira e que um ato de covardia tirou do nosso convívio; e meu pai, Waldir Claudino.
Uma mulher: - Minha mãe, Zélia Catharino.
Religião: - Acredito em Deus. Tive criação católica, mas não sou praticante.
Samba: - "Caymmi mostra ao mundo o que a Bahia e a Mangueira têm"(Mangueira, 1986, mais conhecido pelo refrão “Tem ximxim e acarajé/Tamborim e samba no pé”). Escolhi esse em homenagem a meu amigo Ivo Meirelles (um dos autores do samba e atual presidente da Mangueira).
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Grife: - Uso qualquer roupa.
Não uso nunca: – Evito usar roupa escura. Mas é muito forte dizer que não uso nunca.
Perfume: - Jean Paul Gaultier e Double Back.
Novela: - “Terra Nostra”, de Bendito Ruy Barbosa.
Não saio de casa sem: - Perfume.
Ator: - Denzel Washington.
Atriz: - Claudia Raia.
Cantor: - Two Pac.
Cantora: - Mary J.
Música: - “O poeta está vivo” (Frejat).
O que eu quero: - Viver em paz e longe dos invejosos. Quero conviver só com pessoas verdadeiras. E que as pessoas se incomodem menos com a minha vida.
O que eu não quero: - Que o Brasil continue tão violento.
Gosto de ir: - Aos lugares com os meus filhos, de jogar futebol e de curtir os prazeres da vida.
Não gosto de ir: - A baile funk e onde sei que vou encontrar gente que eu não gostaria de ver.
Time: - Flamengo.
Programa de TV: - Filmes de terror e de ação.
Carro: - O meu, um Marea 99, verde.
Escola de coração: - É coisa mais difícil de responder. Tenho um carinho muito grande pela Mangueira. Lá que eu nasci, me criei e aprendi tudo. Mas hoje sou Imperatriz até morrer.
Se não fosse mestre-sala...: - Fora do samba, seria jogador de futebol, tenho muito talento pra isso. No samba, no dia que me aposentar como mestre-sala, vou querer ocupar um cargo de diretor numa bateria até chegar a ser mestre. |
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| Minhas
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